Não temos evidência de segunda onda no momento', afirma secretário de Saúde de Minas Carlos Eduardo Amaral pede que população reforce os cuidados e evite aglomerações.
19/11/2020 16:02 em BH E GRANDE BH

O secretário de estado de Saúde, Carlos Eduardo Amaral, descartou, momentaneamente, a possibilidade de uma “segunda onda” da COVID-19 em Minas Gerais, mas alerta: “cuidem-se”. “O fato de ter um pequeno aumento (do número de casos do novo coronavirus), não significa uma tendência.

Não temos evidência de aumento ou segunda onda no momento. Flutuações estão sendo observadas”, afirmou Amaral. Em virtude da elevação de casos de coronavírus nos últimos dias, o Minas Consciente teve algumas alterações.

As regiões Nordeste e Leste regrediram para a onda vermelha, onde somente os serviços essenciais estão autorizados a funcionar, e as regiões Leste do Sul e Sudeste retornam para a onda amarela. O Vale do Aço permanece na onda amarela, enquanto as demais nove regiões continuam na onda verde. "De uma forma geral, hoje, não temos nenhuma sinalização de explosão de casos.

O que nós precisamos é ter uma sinalização de que é preciso tomar cuidado. Isso que foi feito com o Minas Consciente." O secretário ressaltou que o programa orienta o retrocesso ou avanço. “Neste momento, na Região Central, é onda verde, mas é fundamental: se cuidem.

Vimos mudança de comportamento na sociedade recente e isso pode mudar também o perfil da epidemia”, alertou Amaral. “A pandemia não acabou. Se tomarmos cuidados, principalmente, não aglomerarmos, continuaremos na onda verde, que significa uma vida próxima do que era antes.

Isso enquanto não temos vacina definida”, concluiu o secretário. Minas registrou 2.586 novos casos e 43 mortes pela COVID-19 em 24 horas. De acordo com o boletim epidemiológico, divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde, nesta quinta-feira (19), o Estado totaliza 390.337 casos e 9.648 mortes. Os infectologistas chamam atenção para o aumento no número dos casos nos últimos dias no estado e em Belo Horizonte. A capital registrou 50.211 casos e 1.591 mortes pela COVID-19.

 

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